“ Bressane é um artista que continuamente se renova no tempo, a cada nova anotação. Sua poética é personalíssima, reconhecível, mas jamais fechada em si mesma. Não se reduz a referências dos filmes que fez na juventude, mas um cinema que permanece jovem e no qual a irreverência e a sensualidade barroca e revolucionária de suas imagens conduzem um sincretismo requintado de filosofia, paixão literária, pictórica e ainda uma paixão pela tradição popular. A Erva do Rato é tudo isto, em torno de um esqueleto, que é a negação do corpo, e um rato, visão fantasmagórica do desejo ”.
> Cristina Piccino | Il Manifesto | 6 de setembro de 2008
