“O rato como metáfora do mal-estar na sociedade de hoje:  o registro lingüístico sobre as imagens é misterioso, mas ao mesmo tempo invade, escava, constrói, desmonta. Importante mesmo é o trabalho feito com a luz, outro elemento precioso do filme, usada quase à maneira de Caravaggio e cheia de outras referências (como a de Le déjeneur sur l’herbe de Manet). O filme nos fala da apreensão da luz, da transformação da luz numa espécie de máscara.”

> Andrea Giordano / FilmUP.com